Alfamundo

Extremistas islâmicos aprendem a usar a web

 

Os extremistas islâmicos estão sendo instruídos sobre como usar o site de vídeosYouTube para disseminar vídeos de propaganda, disse uma organização norte-americana que monitora atividades terroristas. Os militantes estão sendo encorajados a utilizar o site por meio de posts em fóruns islâmicos da Internet, de acordo com o SITE Intelligence Group.

Na semana passada, um extremista ofereceu instruções passo a passo sobre como postar vídeos no YouTube, que ele descreveu como “um dos mais famosos e maiores sites internacionais que publicam trechos de vídeos de todo o mundo”.

As mensagens encorajam os leitores a postar cenas de forças ocidentais sob ataque, com o objetivo, afirmam, de “envergonhar os cruzados ao publicar trechos de vídeo que mostrem suas baixas, que eles vêm escondendo há muito tempo”.

Os extremistas islâmicos há muito usam a Internet como ferramenta de comunicação com os simpatizantes e de distribuição de propaganda, mas os mais recentes posts mencionam especificamente o uso do YouTube pelos militantes, definindo o site como fácil de usar.

“Eu afirmo que o site do YouTube é um dos mais fáceis para gravar e subir os clipes”, diz o post de instrução, que indica aos leitores o software de que poderiam precisar para postar vídeos na Internet. “Peço-lhes, por Alá, que assim que começarem a ler sobre este assunto, comecem a gravar no YouTube, e a editar e subir clipes nos sites de Jihad, nos sites islâmicos e em fóruns gerais”, o post apela.

O YouTube, subsidiária do Google, não comentou de imediato sobre sua possível resposta ao tipo de vídeo descrito na mensagem. O site vem sendo muito usado como local para veiculação de vídeos controversos.

Em março, as autoridades paquistanesas ordenaram que os provedores de acesso à Internet do país bloqueassem o acesso ao YouTube depois que este veiculou material considerado insultuoso ao Islã.

Fonte:Reuters

Att

Juliana Prado Uchoa

Microsoft Student Partner

Lider do grupo CHANNEL TI

Dezembro 4, 2008 Publicado por juliana1234 | Informação | | Sem comentários ainda

Um dos panoramas da crise

As duas principais empresas de pesquisa na área de tecnologia divulgaram previsões de queda nas vendas de PCs em 2009, diante do enfraquecimento da economia e do aperto de crédito.

Mais cedo nesta quarta-feira, a consultoria IDC informou esperar que a receita com venda de PCs caia 5,3 por cento no próximo ano, para 267 bilhões de dólares. Anteriormente, a empresa previa alta de 4,5 por cento nesse faturamento.

O analista do Gartner, George Shiffler, disse estimar que 2009 seja o pior para essa indústria nos últimos sete anos, com queda acentuada nas vendas de microcomputadores de mais alto preço.

O Gartner também se prepara para revisar para baixo sua estimativa de vendas para o próximo ano.

“Iremos assistir a uma série de disputa de preços na medida em que o mercado se deteriore”, disse o analista em uma entrevista.

“Achamos que os fabricantes vão migrar seus portfólios para produtos de mais baixo preço ou reduzir os preços dos equipamentos. A receita com vendas irá sofrer”.

Essa situação poderá afetar as líderes desse mercado Hewlett-Packard (HP), Dell, Lenovo, Acer e Apple, além da Microsoft, cujo sistema operacional Windows roda em mais de 90 por cento dos PCs de todo o mundo.

Shiffler, principal analista do Gartner, informou que a companhia deve divulgar uma projeção de que os gastos com PCs caiam 6,5 por cento, para algo como 230 bilhões de dólares, no próximo ano.

A nova projeção do Gartner deve ser de que as vendas cresçam 5 por cento em unidades, para 312 milhões de microcomputadores de mesa e portáteis (notebooks) no próximo ano, disse Shiffler.

Caso a economia continue a se deteriorar, os gastos globais com PCs poderão cair 10 por cento ou mais e as vendas em unidades poderão cair pela primeira vez desde 2001, ressaltou ele.

Fonte:Reuters

 

Att

 

Juliana Prado Uchôa

Microsoft Student Partner

Líder do grupo CHANNEL TI

Dezembro 4, 2008 Publicado por juliana1234 | Informação | | Sem comentários ainda